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Quinta-Feira, 09 de Março de 2017, 18h40   (Atualizada 09/03/2017 às 18:40)

Galli crê na prisão de Lula e vitória de Bolsonaro em 2018

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Defensor do livre mercado, o único representante conservador e de direita de Mato Grosso, um dos únicos parlamentares brasileiros sem faltas em plenário, Galli acumula funções e tem demonstrado preparado, disposição e alinhamento com o colega Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

 

Vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica em Brasília, Líder do PSC na Câmara e Líder da Bancada Federal de Mato Grosso, o deputado federal Victório Galli (PSC), avalia que a pesquisa espontânea CNT/MDA realizada na primeira quinzena de fevereiro (2017), é um indicativo e uma tendência, embora qualquer comemoração deva ser considerada precoce.  "É muito cedo ainda. A eleição é ano que vem. Não adianta ficar em cima de especulação. Tem gente que apareceu na pesquisa para presidente e nem sabe se vai ser preso ou não”, declarou se referindo ao petista Lula.

 

O candidato mais lembrado espontaneamente depois de Lula, foi o Deputado Federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), correligionário de Victório Galli. Para o parlamentar, Bolsonaro desponta como o verdadeiro favorito. “Acredito que a candidatura do Bolsonaro é viável e com reais chances de vitória. Bolsonaro é, ainda, o candidato menos conhecido do eleitorado brasileiro e já aparece em segundo lugar nas pesquisas. Bolsonaro é o que o povo quer para o Brasil, um homem que fala a verdade, preparado, além de não ter envolvimento em corrupção. É como eu disse, é cedo, mas a pesquisa apontou uma tendência de crescimento acentuado de Bolsonaro, isso deve ser levado em consideração ao realizar as análises”, completou. 

 

Conhecido por declarações conservadoras, de direita, um dos combatentes do marxismo cultural e da ideologia de gênero, Bolsonaro arregimentou 6,5% das intenções de voto, e Lula com 16,6%. Bolsonaro apareceu à frente de políticos tradicionais e que já disputaram eleições nacionais, como Aécio Neves (PSDB), que tem 2,2%; e Marina Silva (Rede), com 1,8%. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 138 municípios nas unidades da federação, de todas as regiões do país, entre os dias 8 e 11 de fevereiro.

 

Para Galli, a tendência de polarização entre Lula e Bolsonaro reflete a mesma tendência conservadora que resultou na eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos. A exemplo do republicano norte americano, o virtual candidato à presidência da República pelo PSC defende as mesmas pautas conservadoras: livre mercado; defensor de Israel; contra o Estatuto do Desarmamento; contra o “casamento” entre pessoas de mesmo sexo; contra o aborto; contra a legalização de drogas. “A tendência é que nosso Brasil tenha um presidente conservador e de direita, mas ainda é cedo para discutir candidaturas. Deixa o Moro terminar o serviço dele. Quem não tiver de tornozeleira, vai disputar”, finalizou Galli, lembrando da Operação “Lava Jato”.

Fonte: Assessoria
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