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Quinta-Feira, 09 de Março de 2017, 17h23   (Atualizada 09/03/2017 às 17:23)

Líderes dos partidos decidiram adiar votação do Abortoduto

O Projeto de Lei 7371/14 estava na pauta do dia internacional da mulher e tinha “apoio” suficiente para sua aprovação, porém o colégio de líderes decidiu adiar a votação.

 

O líder do PSC na Câmara, o Deputado Federal Victório Galli (PSC-MT), levantou uma preocupação sobre o projeto junto a frente parlamentar evangélica e católica na Câmara. Apesar da maioria dos deputados, serem contrários ao aborto, assim como maioria da população brasileira, alguns parlamentares estão tendo dificuldade em entender o que está por trás do PL 7371. O Projeto fala sobre a criação de um fundo para comprar equipamentos e custear treinamento de "combate à violência contra as mulheres", porém está se referindo à implantação de um programa semelhante ao das "Iniciativas Sanitárias" do Uruguai, que levou à legalização do aborto naquele país.

 

“Não devemos fazer a leitura deste projeto isoladamente, temos que fazer a conexão com a Lei 12.8457/2013, que trouxe subjetividade à legislação e considera como violência sexual “qualquer forma de atividade sexual não consentida” e a portaria 415/2014 do Ministério da Saúde que inclui o procedimento de aborto na tabela do SUS”, alertou Victório Galli.

 

O que este projeto faz, na teoria, é instituir um fundo para "combater a violência contra as mulheres"; na prática, porém, o que vai se criar é uma espécie de "abortoduto": um verdadeiro canal para receber dinheiro ONGs abortistas e feministas do mundo inteiro com vistas à realização do aborto, ao treinamento de agentes de saúde e à compra de equipamentos para a expansão dessa prática no Brasil.

 

“Enquanto estamos precisando de recursos para dar melhores condições de saúde para a população brasileira, zerar filas para exames, frear abortos clandestinos e dar uma esperança para as famílias; temos que enfrentar um grupo que deseja jogar o país ainda mais no caos social. Estamos precisando de aparelhos e medicamentos para enfrentarmos o câncer, problemas cardiovasculares e uma infinidade de outras doenças, equipamentos em geral e melhoria de hospitais e não abortórios”, destacou Galli.

 

A Rússia destaca, após 100 anos, o absurdo que foi legalizar o aborto; Estados Unidos decide recuar sobre a política abortista. Logo o Brasil, agora, irá retroceder e tomar esse rumo maligno?” Questinou Galli.

Fonte: Assessoria
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